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Branding

Você certamente já ficou se questionando o que as pessoas falam de você quando você não está entre elas, qual a real opinião delas sobre você e suas atitudes. Agora aplique essa mesma lógica no mundo dos negócios: o que os clientes realmente pensam de sua empresa? O que elas comentam com os amigos sobre sua marca? O Branding é uma estratégia de comunicação focada exatamente na construção dessa opinião pública.



Ou seja, mesmo estando diretamente ligado aos conceitos de Marketing, o Branding não pensa em vendas e em lucro – pelo menos não de forma tão imediata e direta. O Branding não depende apenas de campanhas de publicidade e de atração de clientes, mas no desenvolvimento de todas as partes da marca, desde a logomarca até ações que coloquem a missão da empresa em prática.



E é possível encontrar exemplos bem-sucedidos de Branding em simplesmente todos os lugares. Alguns dos cases de Branding mais conhecidos envolvem a distinta logo e as cores extremamente características do McDonald's; os ursos polares da Coca-Cola (que mesmo não sendo tão usados como antes, ainda remetem à marca); e até a marca Bombril, que virou um termo usado para representar qualquer tipo de lã de aço. Ou seja, não é difícil encontrar exemplos de Branding que deram (muito!) certo.



E é claro que o Branding também pode ser usado por empresas e marcas bem menores que os exemplos acima. Mas como?



 



Colocando o Branding em prática:



- Análise: importante para simplesmente qualquer técnica de comunicação, a análise de sua marca, do mercado e do público alvo, é também indispensável para o Branding. Antes de qualquer coisa é crucial examinar a empresa com que se está trabalhando, compreender completamente os produtos e serviços oferecidos, explorar os pontos fortes e fracos da marca, qual o posicionamento de discurso, etc.



Além disso, no Branding é preciso tentar enxergar o mercado da forma mais ampla e profunda possível, para conseguir compreender a concorrência e aprender com os erros e acertos dela. E, é claro, também é necessário conhecer o público alvo e saber como do que ele realmente gosta, com que tipo de marca ele se identifica, o tipo de linguagem que ele enxerga como positiva, etc.



- A Persona: dentro do mercado de comunicação há um termo muito interessante que pode ser aplicado para o Branding: a tal “persona”. A ideia em torno desse termo é bem simples: criar uma personalidade complexa e personificada de sua marca. Em outras palavras, essa parte do Branding é tentar enxergar a empresa como uma pessoa. Como seria essa pessoa? Tímida ou extrovertida? Magra ou gorda? Qual seria sua profissão? E sua idade?



O exercício pode até soar um pouco sem sentido, mas ele pode ser extremamente útil na hora de realmente desenvolver e entender a fundo a personalidade da marca. Fica mais fácil identificar suas características, o “ciclo social” no qual ela estaria inserida, e, por isso, todo o processo de Branding fica mais completo.



- Identidade Visual: como vimos anteriormente (nos casos de sucesso da Coca-Cola e do McDonald’s), o visual de uma organização pode fazer uma diferença gigantesca no seu sucesso como um todo e, especialmente, no imaginário popular em termos de Branding. Uma logo bem-feita, esteticamente atrativa e que foge do lugar comum é, por exemplo, um grande diferencial. Mas além disso, cores impactantes e que realmente representam a marca, aplicações frequentes em campanhas e anúncios, variações de aplicações: tudo isso tem uma importância imensurável.



- Branded Content: a principal ideia em torno desse tópico do Branding é a criação de conteúdo de qualidade e que está fortemente interligado com o ramo em que a empresa atua, com o objetivo de fortalecer a imagem da empresa perante o público. O Branded Content pode ser um aliado extremamente forte para os profissionais da comunicação dentro do universo do Marketing, e não só no do Branding em si.



Existe, porém, uma certa confusão entre o Branded Content e o Marketing de Conteúdo, mas há algumas diferenças bem significativas em torno dos dois conceitos: os objetivos do Marketing de Conteúdo são muito mais amplos e diversificados, como educar os clientes, gerar leads, dialogar com o público, etc; o Branded Content, por outro lado, é estritamente focado em construir a voz/imagem pública da empresa. Além disso, enquanto o Branded Content foca em entreter e cativar o público alvo (se aproximando da linguagem de televisão e cinema), o Marketing de Conteúdo é direcionado para informações.



- Divulgação: por último, chega a hora de espalhar a visão de sua marca. Afinal, todo esse processo de análise e produção não funciona se não houver um processo bem elaborado de comunicação e de divulgação. Para o público se envolver com as estratégias de Branding ele precisa, antes de qualquer coisa, ter acesso à essas formas de comunicação da empresa.



 



Para o Branding funcionar:



- Coerência: nada de surpresas negativas ou de sustos. Um bom Branding é honesto, claro e coerente. Em outras palavras, criar uma imagem encantadora da empresa, mas que não a representa de verdade é um verdadeiro tiro no pé. Mesmo essa aparência chame a atenção positivamente, o público descobrirá, uma hora ou outra, que ela é falsa e enganosa e Branding, provavelmente, não funcionará.



Então, se prometer alguma coisa, é bom cumprir.



- Sair da mesmice: quebras padrões, evitar clichês e ser original e inventivo é importante para qualquer ramo da comunicação, mas o Branding é particularmente exigente nesse sentido. No fim das contas, uma empresa que trabalha com Branding quer se destacar entre a multidão, quer chamar a atenção e criar uma identidade própria forte e diferenciada.



Seguir os mesmos arquétipos e moldes de outras empresas é uma das piores coisas que pode ser feita ao aplicar o Branding. O tiro pode sair pela culatra: em vez de ser única e extraordinária, a empresa pode acabar soando comum, corriqueira e “mais uma” e o Branding pode não funcionar tão bem quanto o esperado.



- Emocional: sua marca precisa remeter não apenas algo tecnicamente bom e satisfatório, mas também deve oferecer para o cliente a oportunidade de se criar memórias afetuosas relacionadas à sua empresa.



 



Buzz Marketing:



O Buzz Marketing não é necessariamente uma técnica usada por todas as empresas que praticam o Branding, mas isso não quer dizer que ele não é importante, muito pelo contrário. O tal Buzz pode fazer uma diferença enorme dentro do marketing empresarial.



Mas o que é exatamente o Buzz? Pra quem não conhece o termo, o Buzz representa aquela ansiedade e empolgação em torno de sua marca. Isso pode nascer e se desenvolver naturalmente, partindo do próprio público. Mas o Buzz também pode ser criado por campanhas específicas de divulgação: uma divulgação repleta de suspense em torno de alguma novidade, listas de espera, conteúdos exclusivos para certos clientes, parcerias com nomes influentes no meio digital (como youtubers e blogueiros) e campanhas publicitárias focadas em produtos diferenciados e exclusivos.



 



Conclusão:



O Branding gira totalmente em torno da imagem que a empresa transmite para o público em geral. Branding é sobre aquela memória afetiva que você tem comendo um McDonald’s, sobre aquele post divertido no Facebook da Netflix, sobre aquela vez que você viu a foto de um urso-polar e se lembrou da Coca-Cola, ou sobre as campanhas da O Boticário focadas no empoderamento da comunidade LGBT. Branding é sobre, acima de tudo, voz e identidade.

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