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Marketing de Conteúdo

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Marketing de Conteúdo

Mais antiga que a própria internet, a estratégia de Marketing de Conteúdo é uma das mais eficientes e mais usadas dentro do meio de comunicação atual. A ideia básica da técnica é deixar de lado aquela ideia tradicional de publicidade, que enfie o produto/serviço pela goela abaixo do público. Em vez disso, o foco é inserir o marketing, de forma sutil e esperta, no conteúdo produzido.

Ou seja, com o Marketing de Conteúdo, a marca foca no desenvolvimento de um conteúdo com personalidade e qualidade, que não seja apenas bem feito, mas também transmita a imagem e mensagem que a marca quer transmitir.

Por isso, o Marketing de Conteúdo pode aumentar significativamente o tráfego do seu site e o engajamento do público com a empresa, além de educar os usuários sobre a marca e sobre o contexto na qual ela está inserida.



Inbound Marketing x Marketing de Conteúdo


Não é muito difícil confundir o Inbound Maketing e o Marketing de Conteúdo. Ambos são formas de comunicação que se baseiam quase que completamente na qualidade e riqueza do conteúdo gerado e oferecido pela empresa. Ambos focam mais em atrair o usuário e captar sua atenção e interesse, do que em espalhar propagandas e anúncios a todo momento (chamando o interesse simplesmente pela insistência).

Mas a verdade é que as duas técnicas estão intimamente conectadas e entrelaçadas, assim como a maioria das formas de marketing digital. Ou seja, pode-se considerar o Marketing de Conteúdo uma parte do Inbound.

O Inbound Marketing é mais amplo e engloba todo tipo de técnica de atração do cliente/usuário, o Marketing de Conteúdo, por sua vez, é uma dessas técnicas.


A História do Marketing de Conteúdo


Você deve estar se perguntando como o Marketing de Conteúdo pode ser mais antigo que a internet, sendo que ele está conectado diretamente ao universo digital. Mas antes de computadores e smartphones, esse tipo de publicidade era feita em outros veículos de comunicação – como livros, histórias em quadrinho e televisão.

É só pensar como o Marketing de Conteúdo está tão relacionado com o ato de “contar histórias” e já não fica tão difícil imaginar um meio tradicional de comunicação utilizando seus métodos.

A primeira vez que o tal Marketing de Conteúdo foi há cerca de 123 anos, por uma revistinha sobre agricultura chamada The Furrow. A revista atendia um público que não contava com um conteúdo especializado sobre a área e em menos de 20 anos depois de seu lançamento a revista chegava a 4 milhões de leitores.

The Furrow acabou usando essa demanda para produzir um conteúdo de qualidade e atrativo, e, ao mesmo tempo, dar sugestões de produtos para os leitores, informar sobre maneiras corretas do uso desses produtos e sobre novidades no mercado. Isso criava uma relação forte e duradoura entre a empresa e o público-alvo, e resultava, mesmo que não diretamente, em vendas.

Outro nome que é considerado pioneiro quando o assunto é Marketing de Conteúdo é a JELL-O, que, hoje em dia, é uma das maiores marcas de gelatina dos EUA. No começo do século passado, porém, a marca estava passando por um período de grande crise financeira. A estratégia usada para concertar esse desequilíbrio envolveu uma espécie de marketing de conteúdo e que deu muito certo: a empresa resolveu distribuir gratuitamente pequenos livros de receitas cujo principal ingrediente era a gelatina. Em menos de dois anos, entre 1904 e 1906, os lucros subiram para até 1 milhão de dólares americanos. Detalhe interessante: a distribuição de receitas que usam o Marketing de Conteúdo continua até hoje, mas agora online no site jello.com/recipes.

Outro caso de extremo sucesso e que é lembrado até hoje como um exemplo do que se fazer quando o assunto é marketing, é a história envolvendo os brinquedos G.I. Joe, da Hasbro. Em 1982, a empresa que produzia os bonecos se uniu com a Marvel para a criação de uma série de histórias em quadrinhos que tinha como objetivo alavancar as vendas dos brinquedos.

A técnica não só funcionou, como transformou G.I. Joe em uma marca imensa, que além de brinquedos e hq’s, também chegou na televisão com um popular desenho animado e, várias décadas depois, nas telas de cinema.


Como aplicar o Marketing de Conteúdo



Os exemplos em torno do Marketing de Conteúdo comentados acima são de uma época que parece até “distante” para nossos padrões atuais de comunicação. Mas então, como e onde o Marketing de Conteúdo pode ser aplicado atualmente? Quais plataformas e ferramentas dialogam bem com esse tipo de estratégia?

- Blog: não importa a área da sua empresa ou tamanho de sua marca, um blog pode ajudar (e muito!) na hora de você se comunicar com seu público alvo. Com ele você pode criar textos interessantes e que, mesmo não tendo um direcionamento direto para vendas ou publicidade, podem resultar em impulsionamento da percepção pública em torno do seu produto ou marca. Em outras palavras, blogs são simplesmente perfeitos para colocar as técnicas do Marketing de Conteúdo em prática.

- Redes Sociais: acho que não é novidade pra ninguém que ter perfis em redes sociais, como Facebook e Instagram, é praticamente indispensável no universo do marketing atual. Esses canais abrem um imenso espaço para o crescimento da marca e para uma comunicação mais direta e efetiva com o público.

E é por isso que as mídias sociais podem ser tão eficientes na aplicação do Marketing de Conteúdo. Nelas você pode criar um conteúdo chamativo, atraente e que fortaleça o nome de sua empresa, mesmo que não esfregando publicidade na cara do usuário. Ao mesmo tempo, muitas pessoas acabam escorregando na hora de mesclar marketing e redes sociais: não é raro encontrar páginas que fazem uma publicidade tão exaustiva, invasiva e sem criatividade quanto as formas tradicionais de propaganda.

- Youtube: segundo uma pesquisa da “Cisco Visual Networking”, a previsão é que 80% de todo o tráfego da internet de 2019 seja de vídeos. Ou seja, mesmo que você ache que a produção de vídeos não combine tanto com a visão de sua empresa, é importante ter consciência de que uma grande parte dos usuários de internet tem um contato diário com vídeos.

Por isso, pensar em produzir um conteúdo audiovisual para meios como o Youtube pode trazer resultados inesperadamente positivos. E o Marketing de Conteúdo combina perfeitamente com esse meio: você não precisa produzir vídeos apenas apresentando a empresa ou vendendo produtos. Vídeos que interagem com o público de uma forma mais dinâmica e menos “quadrada” podem ser um ótimo caminho para desenvolver a voz da marca no meio digital.

- E-mail: esse aqui é um pouco delicado. O uso de e-mail marketing pode ser muito bom ou muito ruim para sua marca e, por isso, deve ser colocado em prática com precisão e com muito planejamento. Algumas empresas mandam spam constantemente. Ou seja, mandam e-mails para pessoas que nem solicitaram esse conteúdo. Isso cria uma visão muito negativa da marca, afinal o público começa a associa-la com um conteúdo muito intrusivo e descartável. Mas quando usado corretamente, o Marketing de Conteúdo pode servir como uma luva em e-mail marketing. Essa técnica possibilita um contato direto e muito eficiente com o público, além de oferecer uma imensa gama de possibilidades de conteúdo e formas.

- Materiais Diversos: além de tudo isso, ao abrir a porta do Marketing de Conteúdo você pode se deparar várias outras formas de produzir um conteúdo interessante e inteligente. Sua empresa pode produzir ebooks e templates, além de conteúdos offline (que, mesmo com toda a modernidade, não perderam a utilidade).

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